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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Dezembro

Quando estudava no colégio Diocesano, tínhamos aulas de orfeão.
Sabe o que é? O professor tocava num velho órgão e nós cantávamos(ou tentávamos),
as músicas de um livro chamado Juvenília, nem sei a editora. No Juvenília era publicada a letra e a música dos hinos pátrios, das canções tradicinais, dos hinos do exército, marinha, força expedicinária(nem sabia o que era), mas esses momentos marcaram minha vida pra sempre.
Quendo chega dezembro, as canções me tomam de surpresa.Hoje, antes de me sentar aqui, estava cantarolando fragmentos dos versos de Natal! Uma canção que fala do sono do menino Deus, da virgem Maria ninando seu filho Divino...
Muitas outras canções ficaram na minha memória afetiva.
Plagiando o poeta: "esquecer quem ha de?"
Junto a elas, minha irmã, minhas amigas que guardo no coração, mesmo tão distante!
Ah! Querida Itumbiara, o orfeão, o time de volei do colégio em que joguei por todos os anos
do Ginásio e Escola Normal, a praça da República em que fazíamos futing, namorando só no olhar, o cine Walter Barra, as procissões ds semana santa, a mercearia do Guizzette.
Tudo isso e as primeira paixões...

domingo, 29 de novembro de 2009

Minha infância e a Radio Nacional.

Fiz uma retomada da minha infancia quando me propus a falar da minha experiência com a mídia radio. 

Não me perguntem quantos anos tinha, me lembro de aprender músicas no radio aos 5 anos: essa a Joana gravou com o Fagner. "Saudade palavra triste quando se perde um grande amor" e Cabecinha no Ombro é dos meus primeiros dias na escola. 

Mas antes disso vem a fazenda, os programas sertanejos na Tupi, Nacional de São Paulo.

Meu pai tomava café ouvindo o Nhô Zé que se despedia saindo num carro de bois.Ainda me lembro bem que pensava: "que Nhô Zé fique aí dentro com os caipiras, tudo bem.Mas um carro de bois, com duas cangas, já demais!!" 

Aos sábados à tarde enquanto fazíamos "quitandas" e doces para a semana inteira, era a hora gloriosa de Cesar de Alencar. Ali passavam os grandes: Caubi, Angela Maria, Dalva de Oliveira (amo Dalva, tenho cds), Elizete Cardoso( a Divina), Ataulfo Alves e suas Pastoras ( ai que Saudades da Amélia), Lucio Alves ( o 1º a cantar bossa nova) e tantos outros.

Quem foi ouvido por mim pela primeira vez, chegado de Cachoeiro foi o Rei. Cantava Louco por Você, quem não ficou?